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	<title>Acupuntura &#8211; Cátia Raposo</title>
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	<description>Acupuntura e Qi Gong</description>
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	<title>Acupuntura &#8211; Cátia Raposo</title>
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		<title>Associação da acupuntura e oligoterapia catalítica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[pageepost]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Apr 2025 20:35:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[Oligoterapia Catalitica de Ménétrier]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="2019" class="elementor elementor-2019">
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									<p></p>
<p>A oligoterapia catalítica não é uma novidade. O entendimento de catálises enzimáticas teve início em 1894 por Gabriel Bertrand que demonstrou a catálise do manganês sobre a enzima lactase, no entanto foi Jacques Ménétrier na década de 30 que tornou viável esta terapêutica na prática clínica.</p>
<p>Esta terapia está baseada no uso de oligoelementos, minerais presentes em quantidades muito pequenas no organismo. Esses elementos atuam como biocatalisadores, ou seja, facilitam e regulam as reações bioquímicas necessárias para manter o equilíbrio funcional do corpo.</p>
<p>A ideia central da oligoterapia catalítica é que determinados desequilíbrios orgânicos podem ser corrigidos pela administração de oligoelementos específicos, geralmente em doses ínfimas, o que podemos compreender como uma suplementação sutil que estimula funções de células especializadas,</p>
<p>Cada mineral isolado ou em combinação com outros minerais ou vitaminas é diluído em água tridestilada e ionizado permitindo a entrada imediata na célula, sendo administrado em líquido sublingual.&nbsp;</p>
<p>Assim a bioeletricidade é gerada, por íons que fluem através da membrana celular e fornecem ao corpo esta forma de estímulo biodisponível ajudando na restauração de funções orgânicas.</p>
<p>Como descreve o artigo da BBC&nbsp;https://www.bbc.com/portuguese/media-65701176&nbsp;manipulando esse circuito através do bioelectroma podemos bloquear a propagação de células cancerígenas.</p>
<p>Assim como a acupuntura estimula o corpo a equilibrar suas funções, recuperando as capacidades de adaptação fisiológica, a oligoterapia catalítica ativa funções através do fornecimento dos íons estrategicamente combinados e selecionados.</p>
<p>Podemos citar o exemplo do que comumente acontece com o fígado. Recebemos indivíduos que apesar de não serem portadores de doença hepática, possuem um quadro disfuncional deste órgão que gera uma série de sintomas, entre eles: irritabilidade, má digestão, dores musculares, cervicalgia, insônia etc,&nbsp; apresentando o que nomeamos em MTC de “Estagnação do qi do fígado” .</p>
<p>Associar algumas sessões de acupuntura com uma fórmula de suplementação catalítica que combina fósforo, enxofre e molibdênio ajuda o fígado a detoxificar, aliviando este padrão de estagnação energética, restaurando o bem estar em poucas semanas.</p>
<p>Importante destacar que em função da alta diluição deste suplemento e da sua forma ionizada não acontece acúmulo destes minerais no organismo. Neste caso, eles entram no hepatócito auxiliando sua função e desaparecem.</p>
<p>Dsta forma a oligoterapia catalítica não substitui a necessidade de uma suplementação ponderal como por exemplo na anemia por baixa de ferro que neste caso deve ser prescrita pelo clínico ou nutricionista.</p>								</div>
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		<item>
		<title>Diagnóstico na MTC &#8211; Avaliação da língua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cátia Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2021 16:33:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Tradicional Chinesa]]></category>
		<category><![CDATA[MTC]]></category>
		<category><![CDATA[Acupunturista]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[Língua]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando o paciente nos expõe sua língua está mostrando o seu interior. Esta é uma importante etapa da avaliação, junto com a anamnese e a palpação do pulso. A noção ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Quando o paciente nos expõe sua língua está mostrando o seu interior. Esta é uma importante etapa da avaliação, junto com a anamnese e a palpação do pulso. A noção das características físicas da doença e condições do “terreno” ficam claras quando sabemos explorar bem esta etapa da avaliação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Características ligadas à forma, tônus, cor, rachaduras, distribuição e espessura da saburra (capa), trazem informações valiosas sobre a presença de frio, calor, vento, umidade ou secura, além de indicar os órgãos mais comprometidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta análise considera a anatomia topográfica da língua, onde a ponta, por exemplo, se relaciona ao coração. Desta forma, se a ponta da língua se encontra muito vermelha, podemos considerar a presença de calor neste órgão, já que o vermelho é  característico da presença deste fator. Devemos compreender que não há qualquer relação com doença cardíaca, porém seguramente encontramos manifestações que caracterizam a presença de calor neste órgão, como insônia, verborragia, palpitação ou euforia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como um gestor ambiental, o acupunturista é capaz de reconhecer as dinâmicas biofísicas do terreno, traçando estratégias para recuperação das capacidades de adaptação fisiológica e aumento  da energia vital e, consequentemente, do estado de equilíbrio da saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Junto com a anamnese e a palpação do pulso, a avaliação da língua representa uma etapa muito importante do estudo de caso para a identificação da presença de uma ou mais síndromes energéticas. É a partir desta compreensão que o princípio de tratamento é definido, seja com acupuntura, dietética ou fitoterapia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A avaliação da língua é uma ferramenta riquíssima da semiotécnica chinesa. Imaginem o valor desta visão somado às conquistas científicas num contexto multidisciplinar em saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As fotos abaixo trazem alguns exemplos de alterações da língua e seus significados:</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-1672 aligncenter" src="https://catiaraposo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Lingua-1-294x300.jpg" alt="" width="294" height="300" srcset="https://catiaraposo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Lingua-1-294x300.jpg 294w, https://catiaraposo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Lingua-1-1005x1024.jpg 1005w, https://catiaraposo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Lingua-1-768x783.jpg 768w, https://catiaraposo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Lingua-1-1507x1536.jpg 1507w, https://catiaraposo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Lingua-1.jpg 1570w" sizes="(max-width: 294px) 100vw, 294px" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Língua com saburra grossa e seca, rachaduras profundas especialmente na região do Pulmão. (Foto por: Cátia Raposo)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1680 aligncenter" src="https://catiaraposo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Lingua-3-300x277.jpg" alt="" width="300" height="277" srcset="https://catiaraposo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Lingua-3-300x277.jpg 300w, https://catiaraposo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Lingua-3-1024x946.jpg 1024w, https://catiaraposo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Lingua-3-768x710.jpg 768w, https://catiaraposo.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Lingua-3.jpg 1474w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Língua curta, pálida com áreas violáceas, indica estagnação por deficiência de substâncias vitais. (Foto por: Cátia Raposo)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>De que forma a Acupuntura e o Qi Gong se complementam?</title>
		<link>https://catiaraposo.com.br/de-que-forma-a-acupuntura-e-o-qi-gong-se-complementam/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=de-que-forma-a-acupuntura-e-o-qi-gong-se-complementam</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cátia Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 13:13:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Tradicional Chinesa]]></category>
		<category><![CDATA[Qi Gong]]></category>
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					<description><![CDATA[Consagrada e amplamente difundida em todo mundo, a Acupuntura tem demonstrado seus efeitos benéficos à saúde através do tempo e de experimentos científicos. Tão antigo quanto a acupuntura, o Qi ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Consagrada e amplamente difundida em todo mundo, a Acupuntura tem demonstrado seus efeitos benéficos à saúde através do tempo e de experimentos científicos.</p>
<p>Tão antigo quanto a acupuntura, o Qi Gong já era praticado pelos povos primitivos para o fortalecimento do corpo. Suas bases filosóficas se solidificaram através da escola Naturalista e do Taoísmo e suas práticas desenvolvidas nas artes marciais e na medicina.</p>
<p>O Qi Gong médico é utilizado na prevenção de doenças e também na recuperação da saúde. Os exercícios têm importante papel nos desafios da pandemia de Covid-19, sendo utilizado na prevenção e na recuperação de pacientes que tiveram a doença.</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-1664 aligncenter" src="https://catiaraposo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/pacientes-praticando-Qi-Gong-300x181.jpg" alt="" width="358" height="216" srcset="https://catiaraposo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/pacientes-praticando-Qi-Gong-300x181.jpg 300w, https://catiaraposo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/pacientes-praticando-Qi-Gong-1024x618.jpg 1024w, https://catiaraposo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/pacientes-praticando-Qi-Gong-768x464.jpg 768w, https://catiaraposo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/pacientes-praticando-Qi-Gong.jpg 1080w" sizes="(max-width: 358px) 100vw, 358px" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Pacientes praticando Qi Gong no corredor de um grande</em><em> hospital de Wuhan, na China. (Reprodução: Instagram)</em></p>
<p>Clique <a href="http://www.xinhuanet.com/english/2020-02/13/c_138781294.htm" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> para ver pacientes praticando Qi Gong em um hospital na China.</p>
<p>A acupuntura se mostra eficaz e tem indicação em grande parte dos casos de nível ambulatorial, porém, seu acesso é limitado num país superpopuloso como a China. No Brasil, temos outros desafios, a falta de políticas públicas para sua ampla implementação e desenvolvimento acadêmico é parte deles.</p>
<p>Diferente de outros países, na China, Acupuntura e Qi Gong caminham juntos, tanto no desenvolvimento técnico do acupunturista, quanto na prevenção de doenças e manutenção dos resultados alcançados através de outros tratamentos. As duas formas terapêuticas possuem os mesmos fundamentos e os objetivos gerais são muito semelhantes.</p>
<p>Porém, em situações de comprometimento da saúde, quando o paciente não está em condições de se exercitar, como na dor aguda ou crônica, problemas digestivos, alérgicos, respiratórios, ginecológicos, genito-urinários e entre outros, a acupuntura é recomendada por seus estímulos de ação mais profunda.</p>
<p>O acupunturista reconhece através de técnicas da semiologia chinesa o que está acontecendo e atua com precisão na recuperação dos mecanismos de adaptação fisiológica, devolvendo ao paciente o reequilíbrio da saúde, que de forma passiva recebe os estímulos necessários para o fortalecimento de sua energia vital.</p>
<p>Outra característica que a acupuntura e o Qi Gong têm em comum é que ambos alcançam o estado “alfa”, quando a mente desacelera e os níveis de estresse e ansiedade são controlados.</p>
<p>A prática regular do Qi Gong exige disciplina do indivíduo. Ele é ativo no seu processo de recuperação e fortalecimento. É uma experiência rica e prazerosa, que devolve ou desenvolve percepções sutis sobre o que acontece dentro e fora do corpo. Por ser uma prática meditativa, traz conexões com verdadeiros sentimentos, percepções sobre si mesmo e as maneiras de se relacionar com o meio externo.</p>
<p>É comum encontrar grupos de pessoas praticando nas praças, hospitais, pátios de escolas e empresas, com orientação de educadores físicos e estudantes de medicina tradicional chinesa.</p>
<p>Devemos considerar também que em estados de grande deficiência energética, o indivíduo necessita de ajuda para reequilíbrio corporal e alívio dos sintomas, sendo a acupuntura um forte impulso para a recuperação da disposição geral e busca natural por uma prática física regular que irá ajudar na manutenção da saúde.</p>
<p>Os exercícios de Qi Gong, quando praticados com regularidade, equilibram as funções orgânicas de forma semelhante a acupuntura, buscando as mesmas ativações energéticas, como por exemplo: fazer circular o Qi, tonificar o Yang, tonificar o Pulmão, harmonizar o Coração e etc.</p>
<p>Todas as ferramentas terapêuticas da Medicina Tradicional Chinesa buscam tratar os padrões sindrômicos. Tais padrões podem ou não incluir o que conhecemos como doenças. Um exemplo de como isto ocorre é a utilização da acupuntura, da dietética ou de ervas chinesas (fitoterapia) para tonificar o Yang do Rim quando identificado este padrão de desequilíbrio.</p>
<p>Esta deficiência traz alterações do pulso e da língua, uma sensibilidade excessiva ao frio, tendência a resfriados, rinite alérgica, metabolismo lento, retenção de líquidos, dor lombar matinal, muito sono, joelhos sensíveis e baixa libido. O Qi Gong também é capaz de trazer excelentes resultados no tratamento deste ou de outros padrões sindrômicos.</p>
<p>O praticante percebe claramente estes efeitos sobre sua disposição geral, qualidade do sono, equilíbrio emocional, assim como nos sintomas ligados aos padrões de desequilíbrio após alguns dias, semanas ou meses de prática.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como a acupuntura trata e previne doenças</title>
		<link>https://catiaraposo.com.br/o-que-e-acupuntura-e-como-ela-funciona/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-que-e-acupuntura-e-como-ela-funciona</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cátia Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2020 13:30:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Tradicional Chinesa]]></category>
		<category><![CDATA[MTC]]></category>
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					<description><![CDATA[Acupuntura é uma técnica milenar que compõe o arsenal terapêutico da Medicina Tradicional Chinesa. Consiste na aplicação de agulhas de metal (inox) em pontos específicos do corpo, localizados nos meridianos ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Acupuntura é uma técnica milenar que compõe o arsenal terapêutico da Medicina Tradicional Chinesa. Consiste na aplicação de agulhas de metal (inox) em pontos específicos do corpo, localizados nos meridianos de energia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Seus benefícios se confirmam através de centenas de milhares de anos e pelos bons resultados alcançados. Na era atual é reconhecida cientificamente após experiências com ressonância magnética, eletroencefalograma, bioquímica do sangue, fototermia, rydoraku, etc, além dos excelentes resultados em animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A acupuntura tem ação anti-inflamatória e aumenta o limiar de dor, sendo bem indicada na dor aguda e crônica por produzir analgesia. O estímulo dos pontos de acupuntura produzem o estado alfa, melhorando a ansiedade, concentração e memória, além de aprofundar o sono. Receber o tratamento por um profissional competente aumenta as capacidades do corpo de adaptação fisiológica, sendo muito eficaz para prevenir e tratar grande parte das doenças.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como todas as técnicas terapêuticas que compõem o sistema médico chinês, ela tem como base teorias milenares como o Yin e Yang, que enxerga todos os processos orgânicos e fenômenos da natureza com polaridades opostas e interdependentes. Por esse motivo, se relacionam os efeitos da acupuntura ao equilíbrio bioelétrico do corpo e sua interação com fatores climáticos, emocionais e hábitos de vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A medicina chinesa possui sistemas precisos de classificação diagnóstica. A identificação da síndrome energética através da análise dos sintomas, inspeção da língua e palpação do pulso trazem uma visão clara do que está causando sofrimento ao paciente. A partir do reconhecimento deste padrão de desequilíbrio que pode conter ou não doenças, os pontos de acupuntura são cuidadosamente selecionados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os pontos, ao serem estimulados com as agulhas, promovem uma resposta energética, que se manifesta através da sensação de bem-estar, comumente relacionada à liberação de endorfinas. O alívio dos sintomas frequentemente ocorre rápido em casos mais simples.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em situações mais complexas, onde existe a presença de quadros clínicos avançados, é necessário um acompanhamento do especialista médico da linha escolhida pelo paciente concomitante às sessões de acupuntura, porém os benefícios são muito grandes desta prática.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo do tratamento, o paciente se torna cada vez mais reativo ao estímulo da acupuntura, o que traz a restauração do equilíbrio físico e psíquico.</span></p>
<h4>
<b></b></h4>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Quais são as indicações da acupuntura?</b></li>
</ul>
<p>As queixas mais comuns no consultório são: dor articular, da coluna lombar e cervical, tensão muscular, cefaléia, estresse, insônia, alergias de pele, sinusite, rinite, tensão pré-menstrual, problemas da menopausa, artrose, obesidade e muitas outras.<br />
<b></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A acupuntura apresenta uma abordagem fortalecedora do corpo. Uma das primeiras reações do indivíduo que inicia o tratamento é se sentir mais forte e seguro com relação à saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um tratamento bem conduzido, melhora a disposição geral, fortalece o sistema imunológico, recupera a capacidade de adaptação fisiológica, melhora o sono, as tensões musculares e o equilíbrio emocional.</span></p>
<h4>
<b></b></h4>
<ul>
<li aria-level="1"><b>A acupuntura tem contraindicação?</b></li>
</ul>
<p>Praticamente todas as pessoas podem ser tratadas por ela, mas em algumas situações específicas, esse tratamento pode não ser recomendado, como em paciente gravemente debilitado, muito idoso ou com situação clínica bem específica, como um recente transplante de órgão. Casos de debilidade extrema, doenças febris ou doenças virais na fase aguda exigem avaliação clínica e talvez um tratamento alopático. Passando a fase aguda da doença, o seu acupunturista favorito pode ser procurado.<br />
<b></b></p>
<h4>
<b></b></h4>
<ul>
<li aria-level="1"><b>É recomendável ou não unir a acupuntura a outros tipos de tratamento?</b></li>
</ul>
<p>Não existem restrições quanto à associação da acupuntura com outros tratamentos. Considera-se, inclusive, que ela potencializa a ação dos medicamentos tanto alopáticos como homeopáticos ou fitoterápicos, desde que bem conduzidos por profissional competente.<br />
<b></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse caso, deve-se buscar um tratamento de cada vez, até para que se possa reconhecer o que está ajudando efetivamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso porque, enquanto o homeopata (unicista) busca o remédio adequado, a acupuntura estimula o equilíbrio, aliviando os sintomas, o que pode confundir a análise do profissional. Além disso, possíveis agravamentos da homeopatia provocados por remédios de alta potência também pode atrapalhar a avaliação do acupunturista e prejudicar o paciente.</span></p>
<h4>
<b></b></h4>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Qual a duração do tratamento?</b></li>
</ul>
<p>Depende do tempo de evolução da doença. Os chineses antigos diziam que é necessário um quarto do tempo de evolução de uma doença para curá-la. Quanto mais recente o quadro, mas rápido o efeito da acupuntura, podendo chegar até mesmo a uma única sessão.<br />
<b></b></p>
<h4>
<b></b></h4>
<ul>
<li aria-level="1"><b>Ao longo do tratamento, é necessário algum procedimento por parte do paciente?</b></li>
</ul>
<p>Não se deve fazer acupuntura em jejum, nem após refeições pesadas. Além disso, evite “pintar” sua língua com suco ou café ao menos duas horas antes da sessão, para não prejudicar a avaliação.<br />
<b></b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As condições devem ser agradáveis durante o tratamento (ambiente tranquilo, relaxante e com temperatura amena).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o tratamento não há restrições, porém deve-se considerar que bons hábitos de vida são fundamentais para recuperar a saúde.</span></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A primeira vez de uma acupunturista</title>
		<link>https://catiaraposo.com.br/a-primeira-vez-de-uma-acupunturista/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-primeira-vez-de-uma-acupunturista</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cátia Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Sep 2020 21:35:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[Cátia Raposo]]></category>
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					<description><![CDATA[Conheci a acupuntura em 1988, com 20 anos de idade. Aos 17, praticava Tai Ji Quan e me encantava com as palavras do professor, que ao final das práticas nos ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1056" aria-describedby="caption-attachment-1056" style="width: 249px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-1056" src="https://catiaraposo.com.br/wp-content/uploads/2020/09/primeira_vez_na_acupuntura-249x300.png" alt="" width="249" height="300" srcset="https://catiaraposo.com.br/wp-content/uploads/2020/09/primeira_vez_na_acupuntura-249x300.png 249w, https://catiaraposo.com.br/wp-content/uploads/2020/09/primeira_vez_na_acupuntura.png 262w" sizes="(max-width: 249px) 100vw, 249px" /><figcaption id="caption-attachment-1056" class="wp-caption-text">Cátia Raposo</figcaption></figure>
<p>Conheci a acupuntura em 1988, com 20 anos de idade. Aos 17, praticava Tai Ji Quan e me encantava com as palavras do professor, que ao final das práticas nos deixava sentados no chão enquanto discorria sobre o taoísmo.</p>
<p>Foi nessa época que tomei a decisão: passar o resto da vida estudando e fazendo algo ligado à saúde e à filosofia chinesa. Adquiri, então, a versão do livro “I Ching” com prefácio de Richard Wilhelm, o qual segue em minha cabeceira há 33 anos.</p>
<p>Pouco tempo depois tive minha primeira experiência como paciente de acupuntura. Era uma jovem indignada, cheia de fleuma e sofria de rinite alérgica. Como já cursava o primeiro ano da formação em acupuntura, fui me tratar no ambulatório-escola do meu curso. Lembro-me bem das fortes sensações provocadas pelo estímulo das agulhas, o que me conduziu rapidamente ao estado alfa, me levando a um sono profundo.</p>
<p>Acordei delirante após mais de duas horas deitada com as agulhas e demorei um pouco para compreender o que havia ocorrido e onde estava. Avistava uma janela, não reconhecia o lugar e nem conseguia reagir. Estava com febre de 40º C. Chamei, chamei e ninguém apareceu.</p>
<p>Isso mesmo, eu tinha sido esquecida. O supervisor confiou no monitor, que confiou no aluno, que foi embora apressado numa espécie de “deixa que eu deixo”. E lá estava eu, arrasada, arrancando agulhas do próprio corpo e lutando para sair daquela situação.</p>
<p>Então, me vesti e desci as escadas agarrada ao corrimão, completamente tonta e indisposta pela febre alta. Um rapaz fazia a limpeza num canto do térreo e se assustou quando me viu. Pedi ajuda para pegar um táxi e segui para a Policlínica de Botafogo (RJ).</p>
<h5>Lidando com a realidade</h5>
<p>Na emergência, fui atendida por um médico otorrinolaringologista, que diagnosticou um quadro agudo de sinusite.</p>
<p>Saí de lá com a prescrição de antibiótico, sentido forte dor de cabeça, os olhos pareciam querer saltar do rosto, muita pressão na testa e muco purulento. Eu, que só me tratava com homeopatia, tomei aquele antibiótico sem titubear, assustada, fragilizada e confusa com o que tinha acontecido.</p>
<p>Fiquei de cama, fazendo inalação, tomando antitérmico, analgésico e antibiótico. Estava um pouco chateada e ainda não compreendia o que tinha acontecido. Confesso que dentro de mim um sentimento de surpresa e certa euforia cresciam pouco a pouco.</p>
<h5>Voltando à escola após minha incrível experiência</h5>
<p>Passados três dias e já recuperada, voltei ao instituto e contei ao mestre e aos colegas de curso o que havia se passado. Todos davam suas opiniões e procuravam uma explicação para uma pessoa sair de um estado de relativo equilíbrio, passando tão rápido para um quadro de infecção aguda. Vamos considerar que havia um histórico de rinite alérgica crônica criando uma predisposição e a presença de bactérias, que se mantinham sob controle até aquele momento. Mas, como em pouco mais de duas horas ocorreu aquela evolução inacreditável?</p>
<p>Enquanto os responsáveis tentavam se desculpar, eu só pensava: “Como é incrível a acupuntura! (Estava maravilhada&#8230;.) Como ela é poderosa!”.</p>
<p>Tempos depois, após pesquisar e ouvir explicações de acupunturistas experientes, comecei a compreender melhor o que tinha se passado.</p>
<h5>Minha compreensão</h5>
<p>Os pontos estavam bem selecionados e o procedimento foi bem executado. Infelizmente, mas não por acaso, a permanência das agulhas no corpo por mais de 2 horas levou a um esvaziamento de energia correta, especialmente em pontos considerados de raiz, que buscavam a tonificação. Bactérias oportunistas se multiplicaram de forma desenfreada e o quadro agudo se instalou rapidamente, já que havia um terreno propício.</p>
<p>A febre alta foi resultado desse desequilíbrio e do organismo buscando combater a infecção. Não tive depois de adulta febre tão alta e aquela foi a pior sinusite da minha vida.</p>
<h5>Por que me senti tão estimulada?</h5>
<p>Numa espécie de “há males que vem para o bem”, esse fato me influenciou fortemente. Se existia alguma dúvida de minha parte sobre o poder da acupuntura, passei a acreditar muito no que resolvi seguir como carreira. Aprendi sobre a importância de localizar bem os pontos e alcançar o deqi e sobre como essa etapa faz diferença. Ponto é ponto, e não área.</p>
<p>Além disso, o tempo de permanência das agulhas deve ser respeitado. Muitos trabalhos científicos falam sobre esse tempo. Pode-se considerar 20 minutos um tempo médio, sendo maior sedante e menor tonificante. Devemos considerar outras variantes, como idade, constituição e natureza da doença. O ideal é observar as reações do paciente e monitorar o pulso.</p>
<p>Se uma sessão de acupuntura provocou tudo aquilo em mim, poderia igualmente reverter quadros importantes positivamente. Essa foi minha conclusão, a qual ficou registrada pela experiência vivida, diferente de quando se aprende estudando e obtendo uma informação.</p>
<p>É preciso dominar bem a técnica. Acredito que devamos nos envolver profundamente, estabelecendo confiança em cada etapa da assistência.</p>
<h5>O que desejo despertar sobre bons resultados</h5>
<p>Contei minha primeira experiência como paciente de acupuntura com o objetivo de gerar reflexões no leitor a respeito dos fatores que influenciam o resultado do tratamento através desta medicina.</p>
<p>Ser um terapeuta acupunturista completo exige muita dedicação e investimento pessoal. E o aprimoramento deve ser a força motriz do nosso desenvolvimento. Conscientes das nossas limitações, estamos sempre buscando aumentar os conhecimentos e desenvolver a técnica.</p>
<p>Necessário é compreender a natureza e o padrão da desarmonia através da escuta, observação e palpação, utilizando nossos conhecimentos, sensibilidade e percepção, buscando o que muitas vezes se esconde atrás do próprio entendimento do paciente sobre si e sobre o seu sofrimento.</p>
<p>Acredite na “entidade síndrome energética” e procure por ela. Imagine o tesouro que é, por exemplo, identificar um padrão de deficiência do Yin do Rim e do Pulmão e que nele habita uma espécie de start para que o corpo, a partir daquele momento, busque, em seu tempo, os caminhos para recuperar os mecanismos de adaptação fisiológica, reparando tecidos, ajustando a liberação de substâncias endógenas, aumentando seus limiares, acelerando ou desacelerando o metabolismo, aprofundando o sono etc. Enfim, tudo o que for fundamental para a recuperação do estado de equilíbrio.</p>
<p>Precisamos ter clareza diagnóstica, saber o que está ocorrendo para então saber o que deve ser feito. Não é difícil selecionar pontos para enjôo, dor de cabeça ou insônia, as famosas receitas de bolo. Difícil é ter domínio e consciência do quanto um sistema médico milenar como este pode ajudar de forma consistente o homem de hoje, em sua complexidade, fragilidade e desafios.</p>
<p>É necessário mais do que só acreditar no diagnóstico sindrômico, é igualmente importante reconhecer a importância de selecionar bem os pontos de acupuntura e saber localizá-los com precisão.<br />
Sabemos que agulhas de acupuntura espalhadas pelo corpo não promovem um profundo efeito terapêutico.</p>
<p>Defendo que minha primeira experiência como paciente de acupuntura foi rica e muito válida. Fui vítima do esquecimento, mas premiada com efeitos impressionantes.</p>
<p>Não espero gerar insegurança, mas sim estimular os profissionais a procurarem o aprimoramento de forma incansável e a refletirem sobre o grau de atenção plena e concentração que esta prática exige.</p>
<blockquote><p>Cátia Raposo<br />
16 de maio de 2019<br />
Dedico ao mestre Gutembergue Livramento, que hoje estaria completando 51 anos.</p></blockquote>
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		<title>Acupuntura em Saúde Pública &#8211; Minha experiência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cátia Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Sep 2020 21:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[Acupuntura e Saúde Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Cátia Raposo]]></category>
		<category><![CDATA[Medicina Tradicional Chinesa]]></category>
		<category><![CDATA[MTC]]></category>
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					<description><![CDATA[Chegamos ao Hospital Municipal Miguel Couto, Rio de Janeiro, em 1991, ainda como estudantes. Naquela altura, muitos profissionais já trabalhavam para implementar nas unidades públicas de saúde a medicina tradicional ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chegamos ao Hospital Municipal Miguel Couto, Rio de Janeiro, em 1991, ainda como estudantes. Naquela altura, muitos profissionais já trabalhavam para implementar nas unidades públicas de saúde a medicina tradicional chinesa, especialmente a acupuntura e os exercícios terapêuticos através do Tai Ji Quan.</p>
<p>Sonhávamos em levar essas práticas para a população de baixa renda, por acreditar na sua boa receptividade e eficácia por um baixo custo.</p>
<p>Seguimos naquele hospital atendendo toda demanda de pacientes com doenças crônicas e incapacitantes, que encontravam ali uma terapêutica de resultados consistentes. Desenvolvemos protocolos e normas de atuação, de forma integrada com a medicina convencional, e regras de assepsia, iniciando os primeiros registros de uma experiência gratificante por longos anos, até seu encerramento por conta de mudanças administrativas.</p>
<p>Transferimos nosso engajamento em 1995 para a Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR), também no Rio de Janeiro, onde inauguramos o Setor de Acupuntura. O setor funcionava de segunda a sexta em horário integral, tendo se inserido bem nas rotinas do centro de reabilitação, ocupando seu lugar na equipe multidisciplinar da ABBR. Foram dois anos e meio de trabalho integrado e documentado, que teve seu fim por conta de uma minoria que defendia interesses corporativistas.</p>
<p>No entanto, nossos bons resultados se propagaram pela rede municipal de saúde e, com isso, várias unidades nos convidaram a expor palestras sobre a experiência clínica no tratamento da bexiga neurogênica com acupuntura. Nossa iniciativa resultou na implantação do Setor de Acupuntura do Instituto Oscar Clark (IOC). Esse trabalho se iniciou em setembro de 2000, cresceu e teve um importante papel, sempre com atuação em equipe e absorvendo pacientes crônicos que não conseguiam vaga ou já não evoluíam bem nos tratamentos convencionais. Assim, conquistamos mais uma experiência positiva com acupuntura, desta vez contando com uma grande equipe de profissionais da saúde, formada por alunos, por nós supervisionados, do curso de pós-graduação em acupuntura conveniado com a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.</p>
<p>Após a publicação da Portaria nº 971, de maio de 2006, que aprova a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no Sistema Único de Saúde, esperávamos incentivo maior da Secretaria Municipal de Saúde para aquela unidade. No entanto, fomos surpreendidos pelo que chamamos na época de “reação contrária à portaria do Ministério da Saúde”, quando nosso trabalho foi interrompido, apesar das reivindicações dos pacientes e dirigentes do hospital. Sem maiores explicações, entendemos que a portaria contrariava os interesses de pequenos grupos.</p>
<p>É incrível pensar que há 30 anos muitos profissionais da área da saúde já trabalhavam para implementar a acupuntura, os exercícios terapêuticos chineses e outras práticas integrativas na época chamadas “alternativas”.</p>
<p>Hoje, parece que evoluímos apesar das dificuldades e várias ações vêm sendo realizadas, conforme exemplificam as seguintes citações:</p>
<blockquote><p>“Nesta dimensão, a medicina tradicional chinesa tem duas características importantes que justificam a necessidade de sua incorporação, difusão e popularização no ocidente. Por um lado, consiste numa prática milenar, ou seja, consagrada, experimentada, amplamente testada ao longo de muitas gerações humanas, constituindo, hoje, um patrimônio da humanidade voltado para a preservação da capacidade vital e da saúde.” (Livramento, 2010)</p>
<p>“Ao momento político propício deve seguir-se, também, o engajamento de técnicos dos Ministérios da Saúde, da academia, do setor privado e da sociedade dos dois países. O Brasil deve refletir, em todas essas instâncias e dimensões, sobre o que quer da China e o que tem a oferecer em sua experiência na saúde pública. Algumas áreas começaram a delimitar-se no contexto recente de aproximação política bilateral, tais como: pesquisa e desenvolvimento, medicina tradicional, troca de experiências e conhecimentos em políticas públicas de saúde e concertação política nos foros multilaterais.”</p>
<p>“Apesar de já existirem diversas colaborações entre o Brasil e a China na área de medicina tradicional, como a formação de médicos brasileiros em práticas da medicina tradicional chinesa – financiada, geralmente, pelo setor privado chinês –, a institucionalização da parceria bilateral é de crucial importância para que essa cooperação seja uma colaboração horizontal, com troca de experiências. A institucionalização busca garantir esse modelo de cooperação, com objetivos de longo prazo, para que o conhecimento transferido possa beneficiar a população brasileira, principalmente a parcela que depende unicamente do SUS, correspondente a cerca de 70% da população.” (Darvenne, 2017)</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
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<p><strong>Leia mais:</strong></p>
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<li><a href="http://cadernos.ensp.fiocruz.br/csp/artigo/306/contribuies-e-desafios-das-prticas-corporais-e-meditativas-promoo-da-sade-na-rede-pblica-de-ateno-primria-do-municpio-de-so-paulo-brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Contribuições e desafios das práticas corporais e meditativas à promoção da saúde na rede pública de atenção primária do Município de São Paulo, Brasil</a></li>
<li><a href="http://www.blog.saude.gov.br/servicos/33532-a-medicina-milenar-chinesa-no-sus" target="_blank" rel="noopener noreferrer">A medicina milenar chinesa no SUS</a></li>
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<li><a href="http://www.itamaraty.gov.br/pt-BR/notas-a-imprensa/20162-brasil-china-reuniao-da-comissao-sino-brasileira-de-alto-nivel-de-concertacao-e-cooperacao-cosban-14-de-marco-de-2019" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Brasil-China: Reunião da Comissão Sino-brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (COSBAN) – 14 de março de 2019</a></li>
<li><a href="https://www.saude.gov.br/images/pdf/2018/outubro/22/10_Mariana_Darvenne.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Brasil e China: cooperação em saúde e perspectivas</a></li>
<li><a href="http://www.xinhuanet.com/english/2020-01/31/c_138745638.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Indoor exercise boom among Chinese amid efforts to curb novel coronavirus epidemic</a></li>
</ul>
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